Pois.
O título é sugestivo.Propenso a comentários diversos.E aliás...nos últimos tempos,palavras não nos faltam, devido á guerra entre CHEFE e PATRÃO.
VAMOS LÁ DEFINIR ENTÃO.....
Diz-nos a dinâmica de grupo, que sempre que vários indivíduos se reúnem em grupo para a execução duma dada tarefa, resulta entre eles um contrato mútuo no sentido de recíproca vizinhança e simpatia.
E, logo após os primeiros contactos, processa-se uma definição espontânea por papéis: cada tarefa é confiada às pessoas especializadas ou mais aptas para a sua execução. Neste sentido, o primeiro passo consiste na definição do individuo a quem se confia a coordenação das actividades desenvolvidas pelos outros membros - isto é o PATRÃO.
O PATRÃO, com carácter de coisa necessária, aparece-nos pois, como um processo de estímulo mútuo, pelo qual, por meios de acções recíprocas bem sucedidas, as diferenças individuais são controladas e a energia humana que delas deriva, encaminhada em benefício das soluções preconizadas.
E assim o PATRÃO será aquele que, pelas suas ideias e acções, influencia o pensamento e a atitude dos outros.
Nos grupos que se constituem para um longo período, o prestígio diferente de que gozam os vários papeis, acaba por criar no grupo uma hierarquia de funções e de especialidades.
De modo geral a hierarquização desenvolve-se segundo duas escalas independentes de valores, representadas pela capacidade técnica (eficiência) e pela capacidade de reunir sinergias (simpatia).
Correntemente, podem distinguir-se abstractamente três formas puras de "PATRÃO" fundamentadas respectivamente na autoridade tradicional, na autoridade carismática e na autoridade institucional.
No primeiro caso, que não interessa aprofundar, bastará para sua compreensão, situar-nos no papel de certas PUBs, de modo a cativar o mais sensível cérebro atento.
A autoridade do tipo carismático, (profetas, heróis, demagogos, etc., etc.), está principalmente submetida à dinâmica psicológica das situações do grupo. Fé cega e obediência absoluta ao PATRÃO, só são possíveis quando as acções dos dois mecanismos convergem.
Freud explica deste modo "PATRÃO": é a personagem sobre a qual os outros projectam os seus próprios desejos de poder e segurança, acabando por se identificar com ela. Quem assume o papel de PATRÃO vê-se na dupla necessidade de se destacar dos seguidores (assumindo aparência fora do comum adoptando modos de falar estranhos, tiques, etc., etc.). Quando falha, a admiração e o respeito, transformam-se em ódio e em troça.
A autoridade institucional, que por seu lado está inteiramente baseada no reconhecimento de capacidades efectivas, não necessitando, portanto de unir-se a dotes de popularidade.
Resumindo: PATRÃO é a arte de influenciar e dirigir indivíduos, tendo em vista alcançar-se um fim determinado, duma maneira tal que se consiga da parte daqueles - a obediência, a confiança, o respeito, a cooperação.
Tal consegue-se através duma combinação judiciosa dos parâmetros de PATRÃO: o exemplo, a persuasão e a compulsão.
Esta tríada implica que no exercício da chefia o patrão deve ser tido pelos seus seguidores mais como uma fonte dinâmica e vibrante de direcção - de orientação - e de motivação.......que como......uma simples origem de autoridade.....e isto é assim por razões que decorrem do elemento humano. Conquanto a personalidade varia largamente de indivíduo para indivíduo, as características fundamentais dum PATRÃO são a posse de: uma motivação moral elevada - a integridade de carácter - e uma grande coragem tanto moral como física.
Além disso o PATRÃO deve conquistar o respeito e a confiança dos seus seguidores, pelo seu porte, pelo nível dos seus conhecimentos, pela abnegação, sensatez, lealdade, capacidade de decisão, iniciativa e desembaraço, segurança nas suas decisões, confiança em si próprio, e pela sua energia e força de vontade.
NOTA: Por "PATRÃO" deve entender-se: Mestre; Instrutor; CHEFE; Comando; Formador; Assistente; O aluno mais graduado da UP,etc, enfim, todos os Josés, Paulos e Jorges da nossa terra.
Sunday, May 13, 2007
Ser Chefe ou Ser Patrão:Eis a Questão...
Ainda estou por definir o que é ser CHEFE...
Mas, não deixa de ser uma sugestão para quem queira fazê-lo e publicá-lo....
ESTE É O ´´SEM FRONTEIRAS´´.
Mas, não deixa de ser uma sugestão para quem queira fazê-lo e publicá-lo....
ESTE É O ´´SEM FRONTEIRAS´´.
A origem do Dia das Mães
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registo está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", facto que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu a sua mãe e entrou numa grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse para todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente a 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em pouco tempo, mais de 40 países adoptaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesse mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Num telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
Em Moçambique, este dia é passado sem muita pompa nem circunstância.Passámos quase que desapercebidos.Infelizmente...Porque acredito que se fosse valorizado, este dia,seria uma oportunidade para muitos filhos dedicarem um minuto sequer ás mães, e vice-versa.Nada melhor quer comemorar o AMOR, de uma mãe.
O próximo registo está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", facto que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu a sua mãe e entrou numa grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse para todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente a 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em pouco tempo, mais de 40 países adoptaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesse mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Num telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
Em Moçambique, este dia é passado sem muita pompa nem circunstância.Passámos quase que desapercebidos.Infelizmente...Porque acredito que se fosse valorizado, este dia,seria uma oportunidade para muitos filhos dedicarem um minuto sequer ás mães, e vice-versa.Nada melhor quer comemorar o AMOR, de uma mãe.
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